No 2ª Webinar sobre o Plano Setorial de Transportes Terrestres, realizado nessa 4ª feira (22/07) pelo Ministério da Infraestrutura e com o apoio e participação do Observatório Nacional de Segurança Viária, o secretário nacional da pasta, Marcelo da Costa, afirmou que já está pronta a 2ª edição do Programa “BR Legal”, que visa melhorar e manter a infraestrutura das rodovias administradas pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

No final do webinar, o secretário respondeu a algumas perguntas. E a primeira pergunta selecionada foi do presidente do Conselho da Abeetrans, Moisés Moraes, que assistia o webinar. Perguntado sobre a continuidade do Programa BR- Legal, ele afirmou que em 2021, a fase 2 do programa estará implementada com algumas inovações. Entre as mudanças nessa segunda fase, é estender o BR-Legal para as rodovias que serão concedidas até o final deste governo, em 2022. Segundo Marcelo da Costa, serão mais de 16 mil quilômetros de rodovias concedidas nos próximos três anos.

“A gente acredita muito nesse programa e na continuidade desse programa. E a gente tem a pretensão de estender isso as rodovias concedidas. É um programa que deu certo, está testado, tá maduro e o que a gente quer agora que as rodovias concedidas tenham o mesmo padrão do DNIT, das rodovias federais, em sinalização horizontal e vertical”, afirmou o secretário.

Ele também contou que o Ministério da Infraestrutura quer adotar o conceito IRAP nas rodovias de todo país, não só as administradas pelo DNIT, como também as concedidas.

Para o presidente executivo da Abeetrans, Silvio Médici, a decisão acertada do Governo Federal confirma a tese de que programa que tem preço, prazo e qualidade, salva vidas e economiza quantia substancial de recursos financeiros para o governo aplicar em saúde e educação. Médici reforça ainda que, na primeira fase do Programa BR Legal, para cada R$ 1,00 aplicado, foi evitado um gasto de R$ 5,76, referente ao custo de acidentes rodoviários e suas decorrências. Como informou o secretário, resta definir o modelo de contratação, se será mantida a filosofia do BR Legal I ou será descentralizado pelas superintendências regionais.

Assista ao vídeo onde o secretário responde as perguntas e nos dá informações sobre o projeto.