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Dentro do Programa Desacelere com Infraestrutura, realizado pela ABEETRANS com apoio do Observatório Nacional de Segurança Viária e da UFPR (Universidade Federal do Paraná), outras iniciativas serão realizadas ao longo de todo primeiro semestre.
 
Esse ano, o CEO do Observatório, Paulo Guimarães, participou de um podcast na cidade de São José dos Campos intitulado Sem Juridiquês, da GB Advogados Associados. Lançado em dezembro de 2024, o programa aborda temas como direito, cidade, mobilidade e vida real de forma direta e simples, com transmissão pelo YouTube do Dr. Guilherme Belini.
  
Paulo explica, nessa conversa, sobre o estudo realizado pela UFPR onde comprova-se que onde existe mais radares, registra-se menos mortes e menos multas aplicadas. Ou seja, a instalação dos radares, que hoje já estamos chamando de câmeras de segurança viária, protege quem transita e consequentemente, quem respeita a sinalização de trânsito.

O presidente executivo da ABEETRANS, Silvio Medici, explica que, essa parceria com o ONSV e UFPR, tem muito a agregar dentro do trabalho da entidade, sobre a desmistificação da “indústria da multa”. “Trazendo dados como esse do Estudo, é muito simples explicar que nenhum equipamento registra autuações de forma aleatória e sim, por conta do desrespeito do condutor. E isso também apresenta o aspecto importante que, onde tem radar, tem mais segurança no trânsito e menos multa”, explica Silvio.

Também no podcast, o CEO do Observatório, afirma que os Estados que têm mais radares, não tem mais multas aplicadas, desmitificando a indústria da multa. Outra explicação na conversa, ele fala do efeito “canguru jump”. E o que significa isso?  O condutor está em uma rodovia que tem limite máximo de velocidade permitido de 100 km/h, e ele desrespeita esse limite, em muitos pontos, acima do limite máximo transitando a 105 ou até 110 km/h, ou mais.  Quando ele se depara com o radar, ele reduz drasticamente, para menos de 90 km/h. Porém, em seguida, ao passar pelo radar, ele acelera e muito para compensar o tempo perdido. Isso é o efeito “canguru jump”.
 
Ouça um trecho da entrevista do Paulo, ao podcast: Sem Juridiquês no vídeo abaixo.

 

 

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