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O controle das vias, no seu nível mais elementar,
é obtido pelo uso de sinais, indicadores e marcas.
Um elaborado grupo de padrões é usado para garantir
o entendimento, de forma clara e simples, das
instruções pelos condutores. A clareza desta
comunicação, porém, não se faz suficiente para
garantir segurança e eficiência ao trânsito. Um bom
programa de treinamento e educação para o trânsito é
necessário para que os condutores tenham
conhecimento das regras e das ações requeridas para
cada um dos tipos de dispositivos de controle.
Cada um dos dispositivos de controle de tráfego é
orientado por padrões de projeto e uso. Normas
também são usadas para o posicionamento dos
dispositivos de controle em cada situação. Por
exemplo, os sinais em vias expressas de alta
velocidade devem ser posicionados levando em
consideração o tempo de percepção e ação do condutor.
Qualquer falha neste procedimento eleva o risco de
um acidente.
O projeto e o uso dos controles de tráfego devem
reconhecer a grande diversidade de tipos de veículos.
Tais sistemas devem ser tão úteis a pedestres e
ciclistas quanto aos caminhões de várias toneladas.
Na verdade, não são as diferenças de tamanho e peso
em si que são importantes, mas suas implicações na
performance do veículo, de forma que estes
sinalizadores tenham eficácia em qualquer situação.
Atualmente, os conceitos e dispositivos de controle
vem sofrendo uma revolução, fruto da ampliação dos
recursos promovida pela eletrônica aplicada.
Sistemas de transmissão de dados, computadores,
sistemas de monitoramento e controle vem integrando
o acervo de recursos para garantir segurança e
eficiência.
Sistemas de registro fotográficos de infrações de
trânsito têm sido extensamente utilizados, com
grande sucesso, como um dos principais agentes para
a mudança de comportamento dos condutores,
particularmente em países com problemas crônicos de
desrespeito a sinalização e elevados índices de
acidentes. |