Newman Marques, diretor de Tecnologia da Abeetrans, proferiu na semana passada, na Transpoquip 2017, palestra sobre o papel dos CCO’s (Centro s de Controle Operacional) agora e no futuro. A Abeetrans apoia e participa da Transpoquip com palestras sobre mobilidade e tecnologia.


Segundo Marques, a coleta de dados, o Big Data, é que faz o sistema funcionar e gerir o trânsito.

Muito em breve, roupas, geladeiras, carros etc., terão protocolos de informação e uma enorme massa de dados vai chegar no CCO, onde equipes farão a gestão dinâmica do tráfego e também da sinalização da cidade.

Tempos de semáforos e velocidades poderão ser alterados destes CCO’s, de forma a se conseguir sempre maior fluidez, segundo apresentou Marques.

Muito em breve, os CCO’s vão trabalhar com velocidades variáveis na pista, dependendo do horário. Essas velocidades serão informadas aos motoristas por placas e painéis digitais mutáveis.

Atualmente, de acordo com Marques, o CCO mais completo do país é o do Rio, que reúne 56 agências diferentes numa mesma central. O monitoramento no CCO do Rio vai das balsas, passando pelo trânsito e chegando até a Defesa Civil.

De acordo com Marques o sucesso dessa integração está no fato de os protocolos serem abertos. Ou seja, independentemente de qual empresa prestará o serviço, o sistema todo pode se comunicar, como já ocorre hoje na Holanda.